Jaume Subirana (Barcelona, 1963) has a Ph.D. in Catalan Language and Literature from the Universitat Autònoma de Barcelona (1999), and a degree in Arts from the same university. He is Associate Professor of the Department of Arts and Humanities at the Universitat Oberta de Catalunya (UOC). At UOC, he participated as a lecturer in the start up of Catalan language and literature studies, and also was in charge of starting up (2000-2004) the Catalan literature website Lletra (lletra.uoc.edu). He was the Director of Institució de les Lletres Catalanes (2004-2006). He has also held the posts of Assistant and Adjunct Lecturer at Universitat Pompeu Fabra (1993-1999), Visiting Scholar at Duke University (1996) and Visiting Professor at the University of British Columbia (2007) and Brown University (2011). His books include Josep Carner: l’exili del mite (1945-1970), Literatura catalana contemporània (with Glòria Bordons), Willkommen in Katalonien. Eine literarische Entdeckungsreise and New Catalan Fiction. He has also published about Barcelona and Catalonia, and a number of poetry anthologies. More info
ABSTRACT: "Who are we. Young Catalan Novelists write about National Identity"
With the appearance in the last years, on the one hand, of a new generation of brilliant writers, which have no link with the coordenates of Francoism and, on the other hand, with the increase and transformation of the population of Catalonia (in ten years, from 2000 to 2010, it grew from 6 to 7 millions, that extra million of citizens consisting mainly of foreigners), the topic of Catalan identity (or identities), the look on the country itself and even the attempt to give a name to its inhabitants have made their way into the bookstores, transformed into books which, in some cases, were most welcome by the public. As a tool for reflection, these young writers use literary fiction, rather than the essay, including all possible forms and genres (novel and short stories, of course, but also journalistic articles and reports, pseudobiographies, personal memoirs).
Con la entrada en escena, por un lado, de una brillante generación de jóvenes narradores que ya nada tienen que ver con las coordenadas del franquismo y, por otro, con el mayor cambio en la población de Cataluña desde los años sesenta (en diez años, de 2000 a 2010, se pasa de 6 a 7 millones de habitantes, con un millón de nuevos ciudadanos mayoritariamente extranjeros), el tema de la identidad (o las identidades), la mirada sobre el país y el intento de dar nombre a los que viven en él han reaparecido en las librerías con títulos que en algunos casos han obtenido además una muy buena respuesta por parte del público. La herramienta para la reflexión de estos jóvenes escritores es hoy la literatura de creación, más que el ensayo, sin renunciar a ninguna de sus formas posibles (novela y cuento, claro está, pero también reportaje periodístico, crónica, pseudobiografía o memoria personal).
Com o aparecimento, por um lado, de uma brilhante geração de jovens narradores que não têm já qualquer ligação com as coordenadas do Franquismo e, por outro lado, com a maior transformação operada na população da Catalunha desde os anos sessenta (em dez anos, de 2000 a 2010, passou-se de 6 para 7 milhões de habitantes, com um milhão de novos cidadãos, maioritariamente estrangeiros), o tema da identidade (ou das identidades), o olhar sobre o país, e a tentativa de dar nome aos que nele vivem reapareceram nas livrarias com títulos que, nalguns casos, obtiveram muito boa resposta por parte do público. A ferramenta para a reflexão destes jovens escritores é hoje a ficção literária, mais do que o ensaio, sem renunciar a nenhuma das suas possíveis formas (novela e conto, naturalmente, mas também reportagem jornalística, crónica, pseudobiografia e memória pessoal).
ABSTRACT:
"Who are we. Young Catalan Novelists write about National Identity"
With the appearance in the last years, on the one hand, of a new generation of brilliant writers, which have no link with the coordenates of Francoism and, on the other hand, with the increase and transformation of the population of Catalonia (in ten years, from 2000 to 2010, it grew from 6 to 7 millions, that extra million of citizens consisting mainly of foreigners), the topic of Catalan identity (or identities), the look on the country itself and even the attempt to give a name to its inhabitants have made their way into the bookstores, transformed into books which, in some cases, were most welcome by the public. As a tool for reflection, these young writers use literary fiction, rather than the essay, including all possible forms and genres (novel and short stories, of course, but also journalistic articles and reports, pseudobiographies, personal memoirs).
Con la entrada en escena, por un lado, de una brillante generación de jóvenes narradores que ya nada tienen que ver con las coordenadas del franquismo y, por otro, con el mayor cambio en la población de Cataluña desde los años sesenta (en diez años, de 2000 a 2010, se pasa de 6 a 7 millones de habitantes, con un millón de nuevos ciudadanos mayoritariamente extranjeros), el tema de la identidad (o las identidades), la mirada sobre el país y el intento de dar nombre a los que viven en él han reaparecido en las librerías con títulos que en algunos casos han obtenido además una muy buena respuesta por parte del público. La herramienta para la reflexión de estos jóvenes escritores es hoy la literatura de creación, más que el ensayo, sin renunciar a ninguna de sus formas posibles (novela y cuento, claro está, pero también reportaje periodístico, crónica, pseudobiografía o memoria personal).
Com o aparecimento, por um lado, de uma brilhante geração de jovens narradores que não têm já qualquer ligação com as coordenadas do Franquismo e, por outro lado, com a maior transformação operada na população da Catalunha desde os anos sessenta (em dez anos, de 2000 a 2010, passou-se de 6 para 7 milhões de habitantes, com um milhão de novos cidadãos, maioritariamente estrangeiros), o tema da identidade (ou das identidades), o olhar sobre o país, e a tentativa de dar nome aos que nele vivem reapareceram nas livrarias com títulos que, nalguns casos, obtiveram muito boa resposta por parte do público. A ferramenta para a reflexão destes jovens escritores é hoje a ficção literária, mais do que o ensaio, sem renunciar a nenhuma das suas possíveis formas (novela e conto, naturalmente, mas também reportagem jornalística, crónica, pseudobiografia e memória pessoal).